O governo e seus cabrestos – Bolsa Estiagem .

Posted: 24 Abril 2012 in Opinião
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O Brasil é um país de piada pronta e de mau gosto!
Nos Estados Unidos, 89% da produção agrícola é segurada. Ninguém vê agricultores desesperados por causa de um furacão, de uma seca ou de uma inundação. Aqui no Brasil, o governo deu R$ 150 millhões para seguro agrícola em 2012, a muito custo. Agora somos obrigados a engolir a aberração que a presidANTA Dilma criou apenas para o Nordeste e o prejuízo que ela nos trás. É fácil entender: em vez de depender do seu trabalho e melhorar de vida (consequentemente enriquecer de forma justa a economia), o pobre diabo fica dependendo do governo. Atrelado ao poder federal. Sendo obrigado a votar nele, seja por necessidade, seja por reconhecimento ou até mesmo medo. Abaixo, notícia de hoje da Folha de São Paulo.
A presidente Dilma Rousseff anunciou ontem, em Aracaju, a liberação de R$ 2,723 bilhões e a criação da Bolsa Estiagem para combater os efeitos da seca no Nordeste e no norte de Minas Gerais. Os recursos serão aplicados em ações de urgência e obras de estrutura em até seis meses, quando deve começar novo período chuvoso no semiárido. 
A seca vem se agravando desde outubro de 2011 e já afeta 26 milhões de pessoas de oito Estados do Nordeste -48% da população total da região. Em 506 municípios não chove há mais de 75 dias. Segundo o Ministério da Integração Nacional, há casos, como o do RN, em que 2,93 milhões de pessoas são afetadas -93% da população. 
Uma das novidades do pacote, a Bolsa Estiagem atenderá pequenos agricultores que não estão cobertos pelo seguro-safra -mesmo os atendidos pelo Bolsa Família. No total, serão R$ 200 milhões para o programa. Cada beneficiado receberá R$ 400, em cinco parcelas mensais de R$ 80. Serão identificados pelo cadastro único do governo. Já os lavradores cobertos pelo seguro terão R$ 500 milhões. Cada um receberá R$ 680, em cinco parcelas. 
Com R$ 2,7 bilhões, o governo faria seguro agrícola para 40% da produção nacional. E quem pagaria o prejuízo seriam as seguradoras privadas e não o contribuinte. É muita irrresponsabilidade e oportunismo com a miséria do campo brasileiro.
Diferente do que a presidentA (Vide lei 12.605/12) pensa, bolsas e auxílios, como o próprio nome já diz, servem para AUXILIAR algo existente. Logo, presume-se que o básico já está feito e essa bolsa/auxílio irá apenas complementar algo que já existe. Ao contrário do que a realidade do país mostra, ainda não existe algo que irá sanar o problema da seca no Nordeste, assim como os problemas de emprego, educação… então se não existe o básico NÃO DEVERIA EXISTIR O CRITÉRIO AUXILIAR.
Criar bolsas para problemas em que uma solução concreta é inexistente, como diz o ditado, é “tapar o sol com a peneira”. É amarrar o cidadão eternamente à miséria ao invés de criar uma iniciativa de mudança de vida e um plano de melhora.
Dar bolsas é apenas manter ainda mais esse povo no cabresto eleitoral. Mudaram a indústria da seca para a indústria das bolsas, e tudo sempre em busca de poder. Não dão cidadania, não dão educação e nem infra estrutura, não dão dignidade, e mantém o povo na mesma situação à gerações. O problema do Brasil não é a seca, mas sim a falta de caráter e honestidade dos governantes!
Mas PT é isso mesmo, o lulismo como estratégia de governo torna-se a maior desgraça para o país. Faça o povo dependente que assim tais dependentes entram em uma zona de conforto em que não trabalhem, não pensem, não estudem e forma-se um ciclo vicioso por mais quatro anos, pois, sabem que somente pessoas desesclarecidas e apedeutas tem seu voto conquistado por esse tipo de política-burra.
Este é o jeito PT de fazer governo, investindo em dependências e ignorando a educação!
(Não vou nem mencionar a corrupção que vai acontecer nesse programa pois é até desnecessário)
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